"A grande realidade é que a gente não tinha homem-gol. Riascos fez gol, Leandrão fez um importante contra a Ponte Preta, mas a maioria dos gols saiu do Nenê, do Rodrigo, do Rafael Vaz… Muita bola parada. A gente não teve o goleador, o cara que decidia - lembrou Jorginho"